domingo, 5 de julho de 2009

daquilo que se sente.

Acordei me beliscando, pra realmente acreditar se o que eu vivi, foi verdade.
É que eu não sei como que tá aqui dentro, ainda.
Eu não sei o que o futuro nos reserva, nem como vai ser.
Vou acreditar que o que interessa, é o presente. E que você está nele, novamente.
Eu lutei, lutei, em vão. É claro que eu preciso, eu preciso de você, pelo menos pra ser mais feliz.
Fui sua e ainda sou, continuarei sendo até onde nos for permitido.

Falei poucas vezes, talvez por medo, ou com a intenção de não ser banalizado... Mas hoje não me importa mais!

Eu te amo, meu amor. *sempre amei.

Um comentário:

rooseveltjusto disse...

é um sentimento realmente confuso, acordar depois da turbulencia de um pesadelo desesperante... como se as coisas tivessem acontecido de modo ao nosso mundo sempre cair, sempre acabar mal...
mas é ai que tá a graça... a gente acorda sabendo o que pode acontecer, e luta, com as forças que nossos músculos podem gerar, para que nada daquilo se repita... não mais...

eu tb amo voce...